Tem reium excestis seque eossinusam ut aniates equam es repelest lam que poressimus Temporest eturemque sit vendis aborum quatem imi icto isim harum tcea alianducil ipienis elique vellecto min restio GENTE DA MINHA TERRA Expel idis aperchitis autasperiae od evendit ibusdae la nosant vent Expel idis aperchitis autasperiae od evendit ibusdae la nosant vent etur autatus Expel idis aperchitis autasperiae od evendit ibusdae la nosant vent
Tem reium excestis seque eossinusam, ut aniates equam, es repelest lam que poressimus.  Temporest eturemque sit vendis abo...
06 15 Editorial A partir da edi o n mero 1 vamos iniciar uma nova viagem e criar um novo h bito todos os meses para os habitantes de um dos distritos mais ricos do pa s quer em potencialidades quer em paisagens sabores e saberes Uma viagem de ideias opini es curiosidades entrevistas e faits divers Com a Ponto vamos mostrar quem s o os protagonistas do distrito de Set bal 20 40 10 Elisabete Jacinto 10 Elisabete Jacinto Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada Apostar na comunica o social local e regional cada vez mais fundamental Unir a comunidade local com os media e dar mais aten o s pessoas e ao que as rodeia passa a ser um objetivo nosso Sabemos que a imprensa local n o uma novidade Mas uma revista mensal com distribui o gratuita e com foco em todo o distrito j 16 Bombeiros 16 Bombeiros Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 26 Turismo Rural 26 Turismo Rural Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 30 Mar Salgado 30 Mar Salgado Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 35 Elisabete Jacinto 35 Elisabete Jacinto Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada Por isso convidamo vos a fazerem esta viagem connosco Ser o todos bem vindos com ideias e reflex es experi ncias e hist rias E porque a mem ria conhecimento e fonte para o crescimento este tem necessariamente de ser um trabalho conjunto pois s assim poder ter sucesso 10 Elisabete Jacinto 10 Elisabete Jacinto Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 16 Bombeiros 16 Bombeiros Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 26 Turismo Rural 26 Turismo Rural Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 30 Mar Salgado 30 Mar Salgado Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada 35 Elisabete Jacinto 35 Elisabete Jacinto Sinto me uma mulher realizada Sinto me uma mulher realizada Ana Vanessa Gil
06 15 Editorial  A  partir da edi    o n  mero 1, vamos iniciar uma nova viagem e criar um novo h  bito, todos os meses, p...
Ponto de encontro 6
Ponto de encontro  6
Ponto de encontro SINTO ME UMA MULHER REALIZADA A CEM POR CENTO D eixou de dar aulas como professora de geografia para se dedicar s corridas de todo o terreno Das motas para os cami es Elisabete Jacinto natural do Montijo j recebeu condecora es e j ganhou trof us quer a n vel nacional quer a n vel internacional Aos 50 anos quer ter um cami o mais competitivo e ficar no topo da classifica o geral Por Ana Vanessa Gil Fotos Elisabete Jacinto Sendo as corridas uma paix o como que tudo come ou Primeiro comprei uma mota e a grande aventura foi exatamente tirar a carta de mota para ir para a faculdade Por gra a eu e o Jorge marido inscrevemo nos no clube de todo o terreno e come amos a fazer passeios aos fins de semana com os amigos pelo Alentejo fora At que um dia um deles decidiu fazer uma prova de competi o e desafiou os outros Era uma prova em Gr ndola de 300 km Sei que ao final dos 100 km j tinha muitas dores no corpo Havia imensos rios num dos rios ca a mota ficou muito tempo dentro de gua e n o trabalhou mais Portanto eu tive de desistir Mas desisti por volta do km 270 Se fossem perguntar quem era a pessoa mais feliz daquela corrida n o era o rapaz que tinha ganho mas eu que tinha desistido Eu estava verdadeiramente apaixonada pelo todo o terreno A partir daquela corrida fiz todas as que vieram a seguir e nunca mais parei at hoje Das motas passou pelos autom veis e depois pelos cami es Porqu os cami es O autom vel foi assim uma passagem muito r pida Eu deixei de fazer corridas de mota com um certo sentimento de frustra o por saber que n o conseguia reunir as condi es para fazer melhor J tinha feito o Dakar j tinha realizado o meu grande sonho que era chegar ao final do Dakar e estava naquela fase de conseguir resultados desportivos melhores Mas na realidade n o estava a conseguir os patroc nios eram dif ceis de encontrar e eu a certa altura chateeime e pus um ponto final Foi uma decis o muito dif cil para mim Ent o lembro me que um dia dei comigo a pensar porque que n o fa o de cami o Cami o giro nunca nenhuma mulher fez provavelmente mais f cil arranjar patroc nios para andar de cami o do que de mota e comecei a imaginar me dentro de um cami o a saltar as dunas como via na televis o Aquela imagem fez o medo foi o meu grande parceiro e aliado tanto sentido que n o me saiu mais da cabe a Quando nesse dia cheguei a casa perguntei ao Jorge o que ele achava e ele na altura n o me deu muita import ncia Voltei a pegar na mala sa de casa e fui saber o que era necess rio para tirar a carta de pesados Eu tinha na ideia que se tinha feito de mota era capaz de fazer tudo o que quisesse na vida pois nada podia ser mais dif cil do que aquilo que j tinha feito Antes de entrar nos cami es fiz o trof u Jimmy depois fiz duas corridas com o Toyota 7
Ponto de encontro      SINTO-ME UMA MULHER REALIZADA A CEM POR CENTO      D  eixou de dar aulas como professora de geograf...
Ponto de encontro exactamente para ganhar a experi ncia das quatro rodas E sente saudades das motas s vezes tenho saudades Mas de facto o cami o um desafio enorme um ve culo muito dif cil que exige muito de n s A minha entrega ao cami o para conseguir fazer aquilo que n o consegui fazer com a mota que era chegar ao topo da classifica o acaba por n o deixar que as saudades me atormentem muito No deserto h tempo para solid o E lembra se da primeira prova A primeira etapa que fiz no deserto foi um Rali na Tun sia Acho que me lembro de tudo at dos palmos de terra por onde passei Lembro me dos meus problemas com a navega o da minha inseguran a essas sensa es eu tenho as todas na mem ria o sentir me s olhar volta e n o ver ningu m Na primeira etapa dei comigo sozinha no meio do deserto comecei a q u e s t i o n a rme sobre se ia conseguir e s tantas desequilibrei me e ia caindo Foi a que acordei dos pensamentos e percebi que tinha de mudar de atitude Agora sei que o medo foi o meu grande parceiro e aliado porque me ajudou a defender de muitas situa es e me permitiu correr mais riscos e chegar ao fim das etapas Um dos momentos mais dif ceis foi quando vi o meu cami o arder no Dakar na Argentina Um dos sentimentos mais fortes que senti nas corridas era de facto o sentimento de solid o E massacrante dos sentimentos mais horr veis que se pode ter Eu trabalhava imenso foi uma entrega total para conseguir fazer o Dakar e depois quando as corridas come avam eu estava sozinha nas minhas op es O cansa o que isso me 8 trazia era muito grande e lembro me que quando tomei a op o de passar a fazer corridas acompanhada por outro piloto sobrava me energia com os ossos todos no s tio Como que s o os dias antes de uma competi o Agora j mais calmo por causa destes anos de experi ncia N s j dominamos melhor as situa es j sabemos o que nos espera j sabemos prever quanto tempo que as coisas levam a acontecer e isso tem colaborado imenso para que eu consiga fazer melhor Qual o seu lema O meu lema sempre fazer o melhor poss vel dar o m ximo em cada momento Costumo dizer que a vida curta e n s nunca sabemos at quando que vamos viver O fio condutor da minha vida saber fazer melhor e isso tem tudo a ver com o desporto com a competi o Momento mais dif cil Um dos momentos mais dif ceis foi quando vi o meu cami o arder no Dakar na Argentina por uma circunst ncia que n o foi culpa minha mas de repente vi arder o meu sonho ali minha frente
Ponto de encontro  exactamente para ganhar a experi  ncia das quatro rodas.  E sente saudades das motas    s vezes tenho s...
Ponto de encontro da condu o Sente se uma mulher realizada A cem por cento J fiz na vida muitas coisas muito mais do que aquilo que eu pensava fazer Aquela experi ncia com a mota aquilo que era s uma brincadeira de uma corrida acabou por se tornar um desafio de uma vida Eu mudei muito como pessoa tornei me uma pessoa melhor mais apta mais capaz muito mais confiante Descobri coisas em mim que eu desconhecia no sentido do que sou capaz de fazer e isso foi muito bom para mim e lamento que em Portugal o desporto ainda seja algo a que as pessoas n o d o muita import ncia Quem o seu bra o direito anos e anos de trabalho a minha esperan a de um dia ser reconhecida como um grande piloto de cami o morria ali no meio daquelas chamas todas e foi um momento de muita frustra o de muita ang stia para toda a equipa volta a oferecer se para ajudar e em frica n o Estamos sozinhos Obriga nos a encontrar solu es que no momento achamos serem imposs veis Isso d nos uma for a muito grande e isso que giro esse o grande desafio do deserto Pensa regressar ao Dakar preciso haver muito trabalho de equipa aquilo que era s uma brincadeira de uma corrida acabou por se tornar um desafio de uma vida Ao Dakar na Argentina n o Fiz a primeira edi o no ano em que o cami o ardeu N o gostei encontrei uma prova diferente daquela que eu conhecia em frica Foram as caracter sticas do Dakar africano que me desafiaram a criar condi es para participar em corridas e quando fui para a Argentina encontrei uma prova com caracter sticas diferentes uma grande prova n o digo que n o uma prova onde toda a gente tem companhia h espectadores por todo o percurso temos rede de telem vel em todos os s tios e se eu tiver um problema no cami o tenho trinta pessoas minha Sem d vida Num cami o principalmente imprescind vel um trabalho de equipa e um trabalho para boas equipas para pessoas que sabem trabalhar em conjunto Porque um ve culo que muito exigente a todos os n veis um ve culo que nasce para carregar carga para andar devagar E o que n s queremos andar depressa com ele queremos p lo em caminhos estreitos onde mal cabe e portanto tudo isso exige n o s per cia de condu o mas tamb m a capacidade de tomar as decis es certas nos momentos certos e saber gerir o que est para al m Tenho v rios bra os direitos Tenho o Jorge que est sempre comigo que me ajuda imenso em todas as op es Depois tenho o Marco Cochinho na mec nica que tem a responsabilidade do cami o e o Jos Marques que um excelente navegador uma pessoa muito concentrada e que me permite fazer uma corrida inteira sem me perder Sente que tem o apoio necess rio quer das pessoas quer dos patrocinadores Tenho o apoio das pessoas em geral s o sempre muito simp ticas Em termos monet rios tenho o acordo com os meus patrocinadores que dura j a alguns anos Temos desenvolvido um trabalho baseado na confian a e cada um de n s sente se recompensado Mas confesso que passo a vida a tentar encontrar alternativas Gostava de fazer mais provas gostava de investir mais no cami o gostava de fazer experi ncias diferentes e n o consigo Essa n o tem sido a minha vit ria Com a crise houve alguns patroc nios que foram desaparecendo mas quando se trata de conquistar novos n o h hip teses 9
Ponto de encontro  da condu    o.  Sente-se uma mulher realizada  A cem por cento. J   fiz na vida muitas coisas, muito ma...
Apesar de viver em lisboa continua a manter contacto com o Montijo Sim A minha fam lia vive toda l e vou com alguma frequ ncia Sintome bastante ligada ao Montijo essencialmente porque vivi l os meus anos de inf ncia e de juventude Apesar de viver em Lisboa n o me sinto longe de maneira nenhuma Qual o seu maior sonho O meu sonho era de facto chegar ao topo da classifica o geral Fazer umas quantas corridas e conseguir ganhar Ter um cami o competitivo uma m quina super r pida esse sim era o meu maior sonho Depois da Africa Race 2015 o que se segue Estamos j a pensar na pr xima poca Penso que vou poder fazer a Baja de Aragon uma corrida que j fiz Quero voltar a fazer o Rali de Marrocos o Rali Africa Race e o Rali Aicha des Gazelles que uma prova de navega o moda antiga s de mulheres numa Volkswagen Amarok uma prova de oito dias onde quem ganha n o quem chega primeiro mas quem faz menos quil metros em linha reta Quer terminar a carreira a dizer Que tinha conseguido atingir os meus objetivos e que estava satisfeita com aquilo que tinha conseguido N o gostava de terminar com o sentimento de frustra o com que deixei as motas 10
Apesar de viver em lisboa continua a manter contacto com o Montijo  Sim. A minha fam  lia vive toda l   e vou com alguma f...
Sociedade Atores de Mar Salgado encantados com Set bal Fotos DR Uma hist ria de amor dois g meos roubados nascen a viol ncia trai o s o alguns dos aspetos a destacar da novela da SIC l der de audi ncias na televis o nacional Um mar de sensa es que se estende entre Set bal Tr ia e Comporta Desde as paisagens s pessoas e comida este um cen rio que est a encantar os v rios atores de Mar Salgado O rel gio marca nove horas da manh quando Margarida Vila Nova Leonor Marco Costa Xavier e Liliana Santos Eva iniciam na doca de Set bal mais um dia de grava es da novela Mar Salgado da SIC Depois de ouvirem a palavra Corta entre risos e brincadeiras que os atores regressam vida real e aproveitam para degustar as iguarias setubalenses e apreciar a paisagem que tem a serra e o mar como pano de fundo Set bal maravilhosa costumo muito vir para aqui n o s para comer os pratos tradicionais que s o muito bons risos como para passear Adoro a Serra da Arr bida um local descontra do revela Liliana Santos a agente da pol cia mar tima Eva Satisfeita tamb m com o local escolhido para as filmagens da trama do canal da Carnaxide est a atriz Margarida VilaNova que revela n o ser a primeira vez que est na cidade 12 sadina e que acredita ser este o ambiente certo para a novela Eu acho que n o fomos n s que adot mos esta paisagem estas hist rias estas personagens acho que foi esta cidade e as pessoas que habitam nela que nos adotaram a n s justifica A atriz que d vida a Leonor vai ainda mais longe ao referir que o desempenho dos atores ao encarnarem as suas personagens depende muito da liga o criada com os habitantes locais Quando sa mos ao mar sa mos com os
Sociedade  Atores de    Mar Salgado    encantados com Set  bal  Fotos  DR  Uma hist  ria de amor, dois g  meos roubados   ...
Sociedade pescadores e eles contam nos hist rias e deixam nos fazer ou trazer para cena este universo esta realidade que t o pr pria e genu na t o verdadeira e que eu acho que acima de tudo uma caracter stica portuguesa esta rela o com o mar rela o com a pesca este ambiente Depois uma cidade lind ssima onde se come optimamente onde fomos acolhidos com muita simpatia e onde este mar salgado ganha for a e vida remata Experi ncia diferente teve Marco Costa o pescador Xavier na novela que admite conhecer pouco a regi o Vestindo a pele de uma personagem marcante em Mar Salgado por praticar o crime de viol ncia dom stica o ator refere que as novelas para al m de entreterem devem passar uma hist ria Como pescador Marco espera marcar de forma positiva o seu papel adiantando que Acima de toda a problem tica da personagem pretendo tamb m dar um motivo de orgulho aos setubalenses ao representar aquilo que este povo vive aqui ATORES RECEBEM FORMA O DOS HABITANTES LOCAIS De alto mar para terra firme alguns dos atores da novela da SIC receberam forma o de v rios setubalenses para desempenharem melhor as suas personagens como foi o caso da personagem Tina In s Castelo Branco uma peixeira destemida e de Xavier Marco Costa um pescador que tem uma rela o conturbada com a mulher e filha Aliando a experi ncia sabedoria os peixeiros que vendem no Mercado do Livramento em Set bal foram uma maisvalia para In s Castelo Branco A senhora J lia e o senhor Carlos ensinaram nos a amanhar os peixes a perceber as diferen as entre um peixe de aquacultura e um peixe de mar adianta a atriz J Marco Costa destaca a presen a e o apoio dos pescadores para desempenhar a sua personagem de pescador referindo que s o todos fant sticos ensinaram me coisas no barco e t m sido impec veis comigo NOVELA LIDER DE AUDI NCIAS NA TELEVIS O NACIONAL Desde a estreia Mar Salgado apresenta uma m dia de audi ncias de cerca de 1 milh o e meio de telespectadores por epis dio Com um t tulo inspirado num poema de Fernando Pessoa a novela a terceira produ o entre a SIC e a TV globo Entusiasmada com os resultados que Mar Salgado tem alcan ado a atriz que veste a pele de Leonor n o podia fazer um balan o mais positivo uma hist ria forte e apaixonante ningu m indiferente a uma m e que procura os filhos desaparecidos E depois os sucessos n o resultam do valor ou talento individual de cada um julgo que por termos uma estrutura e equipa que sustentam toda esta produ o Acrescentando que todos os setores t m um papel fundamental para o sucesso da novela revela que ao fim de oito meses de estarmos aqui a gravar n o h ningu m que n o saiba amarrar o barco Acho que juntos em equipa podemos de facto fazer uma grande novela os resultados est o vista e as audi ncias falam por si Opini o semelhante a de Liliana Santos que fez quest o de deixar a sua pr pria an lise Parece me a mim que passa muito pelo facto de serem personagens reais com situa es do quotidiano e como est o representados aqui muitos grupos sociais as pessoas acabam por se identificar imenso n o s nas suas vidas privadas mas tamb m nas suas profiss es 13
Sociedade  pescadores e eles contam-nos hist  rias e deixam-nos fazer ou trazer para cena este universo, esta realidade qu...
Ponto de encontro Ir para fora c dentro Set bal quer ser destino sustent vel Por Andreia Catarina Lopes Fotos www visitsetubal com pt O munic pio de Set bal foi o primeiro a firmar um protocolo com o Sistema Lidera do Instituto Superior T cnico IST para ser destino sustent vel A oferta gastron mica e enol gica a oferta de turismo de natureza e n utico a par dos equipamentos culturais e museol gicos e eventos associados s o apenas algumas das potencialidades tur sticas que o Gabinete de Turismo da C mara Municipal de Set bal CMS destaca no seu concelho Para al m do investimento em projetos e iniciativas nestas mesmas reas a autarquia envolveu se no final do ano passado num outro desafio Ser um destino tur stico sustent vel Em novembro de 2014 foi apresentado em Set bal o projeto Destinos Tur sticos Sustent veis do Sistema LiderA do IST que segundo Manuel Pinheiro o seu coordenador tem vindo a afirmar se desde 2000 como O sistema nacional de avalia o da sustentabilidade ambiental contando j com in meras certifica es a n vel interno e algumas a n vel internacional Para o docente do IST foram as boas condi es da regi o e o interesse do munic pio os principais motivos para 14 a celebra o da parceria entre as duas online LiderA Destinations assim entidades parceria esta que poder como a ado o de medidas de gest o trazer muitos frutos regi o sadina que melhorem o aspeto ambiental e atrav s da uni o de for as e esfor os fomentem os produtos locais Ser ent o para fazer de Set bal um destino l der poss vel trazer a sustentabilidade para o no cap tulo da sustentabilidade dia a dia tur stico contemplando todos Quando olha para o concelho os servi os envolvidos e dinamizando Manuel Pinheiro considera que o eventos municipais que promovam mesmo j apresenta condi es de a causa ambiental afirma sobre o turismo excecionais e mesmo nicas caminho a seguir pelo munic pio que destacando a sua posi o geogr fica pertence desde 2002 ao restrito Clube e estrat gica a vasta e das Mais Belas Ba as do poder trazer variada natureza e a rica Mundo gastronomia o que o leva muitos frutos Entendendo que os a afirmar se cada vez regi o sadina grandes pilares deste mais como um destino programa s o a melhoria tur stico do ambiente e o aumento do n mero de Definindo como destino tur stico clientes o Gabinete de Turismo da CMS sustent vel uma zona em que existe considera que o LiderA tem como grandes uma procura de bom desempenho vantagens a diferencia o atrav s da ambiental social e econ mico aposta e apresenta o de um g nero de especialmente nos aspetos que s o turismo diferente ativo e sustent vel relevantes e suportam as atividades que oferece a possibilidade de fomentar tur sticas Manuel Pinheiro sublinha boas pr ticas ambientais a integra o que esta parceria permite consolidar de servi os promo o e comunica o uma rede de servi os existentes na rea em rede para toda uma estadia tur stica do turismo integrada na plataforma sustent vel ambientalmente
Ponto de encontro  Ir para fora c   dentro Set  bal quer ser destino sustent  vel  Por  Andreia Catarina Lopes Fotos  www....
Ponto de encontro Terminal no Por Andreia Catarina Lopes Fotos CMB E Este projeto tem pernas para andar 16 m fevereiro de 2013 o Governo porta atl ntica da Europa anunciava a constru o de um As acessibilidades a exist ncia de novo terminal de contentores na canais naveg veis de acesso entre Trafaria Depois das vozes de contesta o os dois terminais portu rios e a come ou a falar se no Barreiro e hoje disponibilidade do territ rio da ex CUF essa parece ser a localiza o mais Quimigal hoje Ba a do Tejo para prov vel Ainda sem um consenso receber a infraestrutura s o algumas das sobre esta quest o cuja decis o dever vantagens apontadas pelo autarca para ser anunciada antes a escolha do concelho pode ajudar o do final da legislatura No que diz Barreiro a regi o e respeito aos valores do Governo o presidente da C mara evidentemente o pa s d e c o n s t r u o e Municipal do Barreiro manuten o de um Carlos Humberto considera que uma terminal de contentores no Barreiro o infraestrutura com esta natureza respons vel diz n o ter compet ncias pode ajudar o Barreiro a regi o e portu rias para discutir esses n meros evidentemente o pa s mas n o deixa de destacar uma quest o H para n s um aspeto mais pr tico Para o autarca a constru o do a ter em conta que se trata do facto terminal no Barreiro que designa de de haver mais do que um interessado ncora portu ria constitui uma em ficar com a explora o do terminal oportunidade para possibilitar o Ora sendo estas entidades privadas da relan amento do projeto do Arco rea portu ria e portanto especialistas Ribeirinho Sul assim como o potenciar na mat ria provavelmente j fizeram da internacionaliza o do pa s da rea alguma contabiliza o desses valores Metropolitana de Lisboa da Pen nsula Certamente n o estariam interessados de Set bal e da afirma o do pa s como se os custos regulares n o fossem
Ponto de encontro  Terminal no  Por  Andreia Catarina Lopes Fotos  CMB  E       Este projeto tem    pernas    para andar  ...
Ponto de encontro SOS Milhares pedem ajuda C mara de Almada Crise obriga a Programa Municipal de Emerg ncia Social Temos atualmente 7 mil pedidos de habita o Almada Enquanto n o houver uma invers o das pol ticas de baixos sal rios e de baixas presta es a situa o tender a agravar se Por Allan Caeiro Fotos A perda de habita o pr pria por falta de pagamento de rendas entre outros um importante problema social no Concelho de Almada Um problema a que a C mara est atenta e que tenta minimizar atrav s de v rios apoios A crise n o parece no entanto querer dar tr guas e o caminho n o se apresenta f cil Temos atualmente 7 mil pedidos de habita o tendo a autarquia entregado 20 casas em 2014 a fam lias carenciadas disse Ponto a vereadora da C mara Municipal de Almada CMA com o pelouro da Ac o Social Maria do Carmo Borges dando nota da impossibilidade de satisfazer tantas solicita es Importa salientar que a atribui o de habita o social da compet ncia do Governo e n o das autarquias lembra a mesma respons vel Tendo em conta este contexto foi aprovado em sess o de C mara a 19 de dezembro ltimo o Programa Municipal de Emerg ncia Social atrav s do qual a autarquia pretende refor ar as respostas existentes para apoio s situa es de grave car ncia e de emerg ncia social dos 18 mun cipes e contribuir para colmatar o impacto de situa es de pobreza extrema Confrontados com uma situa o de flagelo crescente s o muitos os mun cipes dependentes de pequenos subs dios baixos sal rios e reformas diminutas que n o conseguem fazer face a compromissos assumidos e que em desespero se dirigem autarquia explica Maria do Carmo Borges O apoio de natureza pecuni ria excecional pontual e tempor ria e pode prolongar se por um per odo m ximo de seis meses abrangendo as seguintes vertentes despesas de habita o renda gua luz g s medica o transportes e documenta o priorit ria e aquisi o de bens de primeira necessidade para crian as at um ano de idade A distribui o da verba afeta a este Plano no valor de duzentos mil euros feita atrav s das Institui es Particulares de Solidariedade Social excluiu in meras fam lias em situa es de grande car ncia ou situa es pontuais de grave emerg ncia que agora s o canalizadas para o Atendimento e Acompanhamento em A o Social Isto apesar do RSI ser uma medida destinada a apoiar as pessoas ou fam lias que se encontrem em situa o de grave car ncia econ mica e em risco de exclus o social No Concelho s o sete as Institui es Particulares de Solidariedade Social IPSS com interven o na rea do apoio social atrav s das quais ser conduzido o Programa Municipal de Emerg ncia Social Liga de Amigos do Hospital Garcia de Orta Centro Paroquial de Cristo Rei Santa Casa da Miseric rdia de Almada Centro Comunit rio de Promo o Social do Laranjeiro Feij Associa o Solidariedade e Desenvolvimento do Laranjeiro Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Concei o da Costa da Caparica e Associa o Vale de Ac r Mais fam lias sem Rendimento Social de Inser o Enquanto n o houver uma invers o das pol ticas de baixos sal rios e de baixas presta es a situa o tender a agravar se e isso apesar dos apoios da autarquia das Institui es Particulares de Solidariedade Social e do Banco Alimentar pois s o j largos milhares os que solicitam ajuda alerta Maria do Carmo Borges O apoio pretende ainda responder segundo fonte da autarquia s ltimas altera es legais medida de prote o mais geral nomeadamente o Rendimento Social de Inser o RSI que ao apresentar novas exig ncias
Ponto de encontro  SOS  Milhares pedem ajuda    C  mara de Almada  Crise obriga a    Programa Municipal de Emerg  ncia Soc...
Ponto de encontro Lisnave espera do futuro que n o chega Por Allan Caeiro Fotos DR Q Crise mant m cidade do futuro no papel uando em 1961 nasceu a Lisnave ningu m imaginaria que meio s culo passado todo aquele gigantesco empreendimento naval e zona envolvente estivesse transformado numa cidade fantasma porta de Almada H no entanto um Plano de Urbaniza o de toda a zona aprovado a 18 de Setembro de 2009 e publicado em Di rio da Rep blica a 10 11 2009 um plano que at hoje n o saiu do papel De facto o contexto socioecon mico que o pa s registou logo ap s a aprova o legal do Plano em 2009 veio condicionar a sua r pida implementa o N o se poder deixar de relembrar a decis o governamental de extinguir a Sociedade do Arco Ribeirinho Sul ARS em 2011 entidade a quem fora incumbida a miss o de implementar este grande projeto de requalifica o e regenera o da margem sul Almada Seixal e Barreiro explica a Vereadora da C mara Municipal de Almada com os pelouros do Planeamento Administra o do Territ rio Obras e Arte Contempor nea Maria Am lia Pardal Devolver o Tejo aos cidad os e reabilitar uma zona de antigos estaleiros desenvolvendo o conceito de cidade de duas 20 margens s o alguns dos objetivos da C mara Municipal com a elabora o do Plano de Urbaniza o da Frente Ribeirinha Nascente da Cidade de Almada atualmente designado de Plano de Urbaniza o Almada Nascente Cidade da gua adjudicado ao cons rcio internacional constitu do pela WSAtkins SantaRita Arquitetos e Richard Rogers Partnership no seguimento de Concurso P blico Internacional Este projeto reveste se de grande import ncia para o concelho n o s do ponto de vista urban stico como socioecon mico Do ponto de vista urban stico porque a oportunidade de reaproximar o rio da cidade com a cria o de novos espa os p blicos de usufruto e frui o coletiva regenerando uma ampla rea explica a vereadora para continuar Mas a sua import ncia tamb m significativa pelo facto de se constituir como uma nova centralidade no contexto da rea Metropolitana de Lisboa na l gica da cidade das duas margens Almada Nascente tamb m a primeira pedra do Arco Ribeirinho Sul enquanto territ rio de afirma o regional no contexto da pen nsula de Set bal
Ponto de encontro  Lisnave    espera do futuro que n  o chega Por  Allan Caeiro Fotos  DR  Q  Crise mant  m cidade do futu...
Mem rias preservadas 115 hectares de modernidade O plano abrange uma rea de 115 hectares entre Cacilhas e a Cova da Piedade incluindo os 50 hectares de terreno ribeirinho outrora ocupados pelo Estaleiro Naval da Lisnave na Margueira A Autarquia tem como objetivo revitalizar uma vasta rea da cidade privilegiando a sua reaproxima o ao rio com vista cria o de uma frente urbana ribeirinha No contexto da mobilidade o plano assenta numa filosofia que privilegia o transporte p blico disso exemplo a constru o de um novo interface estabelecendo uma liga o entre transportes fluviais rodovi rios e ferrovi rios com uma nova linha de MST Almada Nascente permitir fixar e diversificar novos estratos populacionais e geracionais fator refor ado com a cria o de novas formas de habitar trabalhar e usufruir da cidade Em termos econ micos este projeto introduz e colabora decisivamente para a diversifica o da base econ mica do concelho uma vez que defende a vereadora funcionar como indutor de cria o de emprego em reas comos os servi os e o turismo destacandose neste contexto toda uma atividade industrial de retaguarda associada n utica de recreio com a constru o de uma marina de um terminal de cruzeiros e de um novo terminal de transportes fluviais relocalizando o atual interface de transportes existente em Cacilhas A C mara Municipal pretende ainda que a cidade seja cada vez mais sustent vel em termos ambientais privilegiando a arquitetura bioclim tica a utiliza o racional da energia e da gua o uso dos transportes p blicos e a frui o dos espa os p blicos e das zonas verdes N o se trata de uma mera recupera o mas sim de um processo mais amplo e estrutural Almada Nascente consiste num paradigma de interven o transversal e integrado no territ rio onde coexistem preocupa es urban sticas ambientais ecol gicas socioecon micas e culturais conclui a vereadora A Lisnave Estaleiros Navais de Lisboa S A R L nasceu oficialmente a 11 de Setembro de 1961 tendo como Presidente do Conselho de Administra o Jos Manuel de Mello Apostada na constru o e repara o naval a Lisnave fez brilhar na Margem Sul do Tejo uma ind stria que at ent o se encontrava confinada ao Estaleiro da Rocha Conde de bidos Apostada no mercado internacional a Lisnave dotou Portugal de tecnologia e capacidade de trabalho at ent o s caracter sticas de regi es como o Norte da Europa A grandeza dos estaleiros permitia reparar os maiores e mais sofisticados barcos do mundo Em 1974 a Lisnave tinha nada menos do que 8300 efetivos Hoje uma ru na Embora o PUAN Cidade da gua procure criar uma nova cidade a partir de novos paradigmas urban sticos arquitet nicos e ambientais os estaleiros fazem parte da heran a de Almada A mem ria dos estaleiros ser uma constante neste territ rio n o s pela manuten o do p rtico ic nico da Lisnave patrim nio cultural do skyline de Almada e da outra banda mas tamb m pela manuten o e requalifica o das suas docas e canais de gua bem como do futuro Museu do Tejo a instalar na Mutela sublinha Am lia Pardal 21
Mem  rias preservadas  115 hectares de modernidade O plano abrange uma   rea de 115 hectares, entre Cacilhas e a Cova da P...
Ponto de encontro Turismo Rural Ant nio Lacerda A s unidades de Turismo Rural TR sediadas no Alentejo contam com cerca de 400 micro pequenas e m dias empresas que pela sua dimens o e localiza o partilham problemas e dificuldades de alguma forma espec ficos cuja supera o mais do que interven es isoladas de cada empres rio implica o prosseguimento de estrat gias concertadas entre todos eles Sem inten o de proceder ao levantamento exaustivo dos fatores de entropia que se colocam aos empres rios do TR no Alentejo gostar amos de colocar em evid ncia algumas mat rias que entendemos merecerem ser ponderadas e se resolvidas acreditamos que outra vida garantiriam aos empres rios V rias empresas de TR iniciaram a sua atividade num quadro de medidas de incentivo e apoio financeiro com implica es temporalmente dilatadas encarando agora os empres rios algumas dificuldades em assegurarem os compromissos ent o assumidos Mais do que analisar o endividamento numa dimens o individual importaria ver no quadro das oportunidades agora criadas pelo Portugal 2020 a cria o de solu es integradoras e de arquitetura vari vel aplic veis multiplicidade de situa es registadas Tamb m dificilmente estas empresas conseguem boas negocia es com os fornecedores de energia servi os de comunica es e seguros No entanto 26 Desafios a superar podem ganhar capacidade negocial se for estabelecido um acordo preferencial para o sector com determinados fornecedores podendo ser cometida a uma associa o sectorial a constru o desse entendimento Estando inseridas em pleno meio rural a maioria das unidades de TR acabam por ser confrontadas com a dificuldade ou mesmo impossibilidade de aceder s redes de abastecimento p blico de gua saneamento b sico e recolha de res duos s lidos urbanos tendo de implementar solu es alternativas que acarretam custos superiores Bastaria em muitos casos uma postura diferente por parte dos poderes p blicos locais para se encontrarem alternativas menos onerosas e mais eficazes O refor o da competitividade destas empresas implica a sua moderniza o seja no dom nio das TIC das instala es dos equipamentos ou nos servi os at porque uma parte substantiva destas unidades funciona h j alguns anos e n o se encontra adaptada s novas tend ncias do mercado A alavanca necess ria para superar esse bice poder estar mais uma vez nas oportunidades garantidas pela nova vaga de Fundos Comunit rios Para que as taxas de crescimento muito interessantes que o Alentejo vem apresentando desde a primeira d cada deste s culo no que respeita procura tur stica se mantenham importa procurar mais turistas e mais mercados obrigando a que se prossiga uma estrat gia ativa de incentivo comercializa o garantindo por um lado o substancial refor o dos meios afetos a esse desiderato e conseguindo por outro que cada vez mais unidades se integrem em redes colaborativas estabelecidas com os seus pares Ao mesmo tempo permitam nos sublinhar que conseguir um corpo de trabalhadores com prepara o adequada para o sector do TR constitui uma s ria dificuldade pois aqui a polival ncia fundamental para a rentabilidade da opera o Para colmatar essa dificuldade hoje expressiva e imensa amanh importa que se prossigam pol ticas ativas de valoriza o das profiss es do turismo da forma o profissional e da mobilidade O TR sofre de um fort ssimo d fice de reflex o que urge estancar Nem a tutela nem o ensino superior t m garantido a melhor aten o a esta atividade estando se hoje perante a situa o real de nem sequer se conhecerem os principais indicadores relativamente a este tipo de unidades N o sabemos quem s o os clientes do Turismo Rural quantos s o de onde v m quanto tempo permanecem N o sabemos nada Ultrapassado este vazio e contempladas as medidas que fomos sugerindo ser com certeza muito mais f cil ser empres rio de Turismo Rural
Ponto de encontro  Turismo Rural Ant  nio Lacerda  A  s unidades de Turismo Rural  TR  sediadas no Alentejo contam com cer...
Ponto de encontro E D TO M A UM AGE R O C Por Paulo Sergio O nascimento de um novo rg o de comunica o social no momento que atravessamos em Portugal ao mesmo tempo um ato de loucura e acima de tudo um enorme ato de coragem A crise continua a marcar nos o dia a dia e na minha opini o o setor da comunica o social foi dos que mais sofreram por causa da diminui o dos apoios quer p blicos quer privados bem como por causa da substancial diminui o das receitas publicit rias a todos os n veis por isso que tiro o meu chap u ao Lu s Mestre e sua equipa que se meteram neste enorme sarilho Por isso lhes desejo toda a sorte do Mundo sabendo que podem contar com a minha pequena e humilde colabora o Quem me conhece sabe que apesar de trabalhar em Lisboa vai para 30 anos nunca deixei a cidade que me viu nascer mesmo que isso me obrigue a fazer todos os dias cerca de 100 quil metros Aqui vivi e viverei Aqui tenho todas as minhas refer ncias e ra zes E daqui j n o sairei de certeza Nem imaginam o orgulho que sinto quando digo que profissionalmente nasci na R dio Azul uma r dio muito avan ada para o seu tempo e que produziu profissionais que hoje d o cartas nos 28 grandes rg os de comunica o social portugueses S mesmo a impossibilidade de desempenhar a minha profiss o em Set bal nenhum rg o de comunica o social nacional exce o da ag ncia Lusa tem qualquer delega o por estas bandas me impede de aqui tamb m trabalhar Este para mim n o s na minha profiss o mas tamb m de um modo geral um dos maiores problemas que a cidade e a Pen nsula de Set bal t m Aquilo que at poderia ser uma vantagem competitiva acabou com o tempo e principalmente com a pr tica por ser um dos seus maiores problemas a proximidade da capital Lisboa e a sua capacidade para tudo atrair e esmagar cada vez mais dif cil conseguir se resolver qualquer problema sem ter de viajar at Lisboa Descentralizar ou desconcentrar s o palavras cada vez mais dif ceis de serem conjugadas por quem decide a n vel central Ao longo do tempo a Pen nsula de Set bal foi se transformando num enorme dormit rio da grande capital onde vivem centenas de milhares de pessoas que em grande parte dependem economicamente de Lisboa As comunidades que vivem entre o Sado e o Tejo com o fecho de algumas das grandes empresas que marcaram gera es e gera es de portugueses como a CUF a Lisnave ou a Siderurgia Nacional tornaram se ainda mais dependentes da vida al m Tejo E nem mesmo a AutoEuropa tem conseguido transformar radicalmente as coisas Agora sem vida pr pria dependemos do trabalho merit rio certo mas insuficiente que os munic pios da regi o v o fazendo para que como dizia o outro isto por aqui n o se transforme mesmo num verdadeiro deserto As potencialidades da Pen nsula de Set bal mesmo do distrito de Set bal do Tejo Costa Vicentina s o por demais conhecidas Mas para ter voz ativa junto do poder central absolutamente necess rio que haja quem sinta esta regi o como sua quem sinta os seus problemas e quem acima de tudo goste de aqui viver por isso necess rio criar um grupo de press o forte entre o Tejo e o Sado para que Lisboa n o olhe para n s como um mero dormit rio tamb m para isso que devem servir os rg os de comunica o social E tamb m esse o papel que esta revista pode ajudar a desempenhar Um grupo de press o que mude a imagem da regi o que confesso algum cansa o por sermos apenas conhecidos pelos piores motivos
Ponto de encontro  E D TO M  A UM AGE R O C  Por  Paulo Sergio  O nascimento de um novo   rg  o de comunica    o social   ...
Ponto de encontro Ponto sa do a tua chegada Por Eug nio Fonseca Q uero felicitar a iniciativa e a capacidade de risco de todos os que decidiram dar in cio a este novo projeto editorial Portugal precisa de gente que siga a gesta dos nossos antepassados que foram capazes de dar novos mundos ao mundo e que n o ficaram junto ao mar do Restelo a lamentar as suas incapacidades e assim envelhecendo Portugal precisa de gente que seja capaz de enfrentar desafios contrariando uma certa cultura de inoper ncia protagonizada pelos que nada fazem e muitas vezes colocam dificuldades aos que querem fazer alguma coisa para deixar a sua comunidade melhor do que a encontraram Mesmo que a Ponto tenha de enfrentar alguns adamastores que tenha sempre a vontade firme e determinada de nunca colocar as velas no sentido do regresso Sinto me particularmente feliz e entusiasmado por a Ponto ter como objetivos dar maior visibilidade nossa regi o dando a conhecer as suas potencialidades os seus projetos e at mesmo os seus sonhos e as expectativas da nossa gente Tudo isto o fruto do trabalho de empresas organiza es sociais culturais ecol gicas e desportivas Mas para dar uma imagem mais verdadeira realista e interessada fundamental que a Ponto procure fazer perseverantemente o ponto de situa o do desenvolvimento a todos os n veis n o deixando por isso de escutar as pessoas 30 particularmente as que n o t m possibilidade de fazer chegar a sua voz a quem tem a responsabilidade primeira de proporcionar igualdade de oportunidades o nosso povo que constr i no dia a dia a nossa regi o e n o h nenhuma organiza o seja ela qual for que possa substituir o seu pensamento e a sua vontade Desejo muito que esta nova publica o consiga criar empatia com todos os cidad os e cidad s seus leitores de tal modo que todos juntos sejam art fices do desenvolvimento desta t o bela e promissora regi o de Set bal Se assim n o for esta nova publica o poder ser apenas o ponto que se coloca em cima dos is que traduzem muitas das desilus es e caminhos sem retorno vividos de forma particular nos ltimos tempos por milhares de portugueses e portuguesas Da minha parte quero desde j colocar os dois pontos nos is da palavra felicidade que isso que desejo para todos os que embarcaram neste novo projeto editorial
Ponto de encontro     Ponto     sa  do a tua chegada  Por  Eug  nio Fonseca  Q  uero felicitar a iniciativa e a capacidade...
Ponto de encontro H NINHOS ONDE AS EMPRESAS APRENDEM A VOAR Por Allan Caeiro Fotos DR A aposta no empreendedorismo como forma de desenvolver compet ncias e garantir a muitos a obten o de meios de subsist ncia combatendo desta forma a crise e o desemprego est na base dos ninhos de empresas que pululam no Concelho de Almada Salientam se o N cleo Empresarial de Almada Velha o Quarteir o das Artes e o MADAN Parque cada um destinado a promover o surgimento e crescimento de novas empresas em reas concretas Mas comecemos pelo princ pio Instalado num edif cio municipal reabilitado em pleno centro hist rico o N cleo Empresarial de Almada Velha apoia novas iniciativas empresariais preferencialmente direcionadas para as reas do turismo e lazer mas n o s A anima o urbana as atividades ligadas ao patrim nio cultural e natural bem como iniciativas relacionadas com a arquitetura comunica o e marketing tamb m s o merecedoras de aten o Este p lo disponibiliza aos empreendedores a pre os acess veis a rea de que necessitam para criar e p r a funcionar uma empresa mais concretamente salas para escrit rio com 30m2 ateli s oficina sala de reuni es sala de forma o equipada e servi o de escrit rio virtual bem como servi os essenciais de gest o e limpeza O N cleo Empresarial Almada Velha situa se na Rua da Judiaria n 14 2800 125 Almada Contactos 351 21 273 63 80 info novalmadavelha pt O desafio coloca se na capacidade de gerar iniciativas centradas nas potencialidades locais orientadas para dar reposta procura A diferente voca o dos ninhos de empresas pretende contribuir para a dinamiza o de reas de atividade econ mica em linha com a vis o estrat gica e com potencial de crescimento e sustentabilidade explica Maria Am lia Pardal Vereadora da C mara Municipal de Almada CMA com os pelouros do Planeamento 32 Administra o do Territ rio Obras e Arte Contempor nea Semelhante ao N cleo Empresarial de Almada Velha mas simultaneamente bem diferente temos o Quarteir o das Artes Inaugurada em Abril de 2013 esta incubadora de empresas est direcionada para acolher iniciativas nas reas das ind strias criativas Uma caixa muito grande onde cabem empresas ligadas cultura artes pl sticas e visuais joalharia e artesanato bem como cinema produ o audiovisual m sica e software gr fico sem esquecer o entretenimento as artes performativas ou mesmo a moda Os empreendedores t m direito a pequenas salas j mobiladas e a ateli s com entrada aut noma cujo tamanho varia entre os 30 e os 80 m2 H ainda 10 postos de trabalho em sala partilhada ou cowork Um espa o onde apesar de cada um trabalhar de forma independente pode trocar informa es experi ncias conversar enfim fazer novas amizades O espa o do Quarteir o das Artes ainda dotado de uma sala polivalente com nada menos do que 100m2 al m de sala de reuni es onde os jovens empres rios podem receber os clientes ou poss veis clientes e uma copa Est o inclu dos nos servi os oferecidos por este Ninho a recep o e apoio administrativo a limpeza de reas comuns e o apoio na divulga o das atividades Quarteir o das Artes
Ponto de encontro  H   NINHOS ONDE AS EMPRESAS APRENDEM A VOAR Por  Allan Caeiro Fotos  DR  A  aposta no empreendedorismo ...
ponto de vista N cleo Empresarial de Almada Velha Empresas e postos de trabalho criados No Madan Parque nasceram entre 2000 e 2010 84 empresas enquanto no N cleo Empresarial de Almada Velha entre 2002 e 2014 foram incubadas 47 S entre 2013 e 2014 surgiram no Quarteir o das Artes 21 entidades empresariais Todas estas empresas representam a cria o de 650 postos de trabalho A taxa de mortalidade de empresas registada nos primeiros 5 anos de 18 5 e a reten o de empresas no Concelho de Almada ap s um per odo de incuba o de 3 a 5 anos de 75 O modelo Madan Parque Finalmente h o modelo conceptual do Madan Parque que define como miss o um objetivo claro o de ser facilitador e acelerador do processo empresarial Identificado o momento de arranque ou take off das micro e pequenas e m dias empresas como a sua zona de apoio aos projetos incubados a miss o concretiza se atrav s de v rias liga es de suporte atividade empresarial quer atrav s de atividades facilitadoras do seu arranque planos de neg cio e incuba o quer com atividades aceleradoras do crescimento empresarial que permitam potenciar o desempenho dos projetos incubados A inova o do Modelo Madan Parque reside no facto de este se constituir como uma plataforma front office bilateral entre as empresas incubadas e os parceiros de atividade O objetivo permitir um fluxo de informa o ou seja a cria o de uma liga o entre mundos com linguagens ritmos e processos de funcionamento diferentes O Madan Parque n o incorpora todas as val ncias que disponibiliza s empresas funcionando antes como ponto de contacto e realiza o de atividades em escala O Madan Parque oferece um espa o em gabinete modular equipado com telefone eletricidade ar condicionado liga o internet e acesso a espa os servi os e atividades comuns entre os quais rece o secretariado e caixa postal Este ninho situa se na Rua dos Inventores 2825 182 Caparica Contactos 351 21 043 86 00 Fax 351 21 043 86 01 info madanparque pt Eur dice Pereira Os parceiros da desgra a evidente que PSD e CDS v o candidatar se juntos s legislativas e v o construir a campanha sobre a exist ncia de um pretenso sucesso V o empenhar se em convencer os que foram fustigados da inevitabilidade do castigo e de que hora da recompensa Cabe particularmente ao Partido Socialista a obriga o de desmontar a farsa e de o fazer com efic cia o que exige a assun o de compromissos que tenham a ver com a qualidade de vida das pessoas em todas as dimens es e a resposta a problemas estruturais coisa bastante exigente N o vale a pena fazermos de conta que n o estamos perante um dos maiores desafios A direita que governa o pa s deixa o no in cio do pr ximo outono completamente espatifado Para al m da d vida p blica em valores perturbadores colocou em alto risco a justi a a educa o e a sa de estendeu a precariedade social ao inimagin vel escorra ou portugueses atrasou o investimento acumulando problemas de toda a ordem Quando os parceiros da desgra a ousam pedir aos portugueses maioria absoluta das duas uma ou se julgam impunes ou nos avaliam como desqualificados incapazes de ajuizar uma governa o que tudo menos patri tica O desafio futuro repito exigente mas p r fim s op es do passado recente e do presente est j ali nos finais do ver o 33
ponto de vista N  cleo Empresarial de Almada Velha  Empresas e postos de trabalho criados No Madan Parque nasceram, entre ...
Ponto de encontro Ningu m morre espera nas urg ncias do Hospital do Seixal Por Ricardo Vilhena Fotos DR Maria Vit ria entra nas urg ncias do Hospital Garcia de Orta ao fim da manh pelas 11 horas Na sala da triagem passa da condi o de utente de paciente Pulseira amarela no pulso e espera Tem 89 anos e espera doente cr nica esteve acamada cinco meses e espera Pacientemente Pelas 19 horas no altifalante a voz do m dico a chamar por Maria Vit ria N o ouve E espera O m dico atende a pelas 20 horas s 02h da manh 15 horas depois de ter entrado no hospital morre A conteceu no dia 17 de Janeiro mas podia ter acontecido noutro dia Como naquele dia fat dico uma semana antes em que outro paciente tinha morrido com um enfarte no mesmo hospital ap s esperar tr s horas para ser atendido Faltam profissionais nas urg ncias disse na altura o baston rio da Ordem dos M dicos Jos Manuel Silva Para Joaquim Santos presidente da c mara do Seixal eleito pela CDU preciso mais preciso um hospital novo A obra est prevista para o Fogueteiro desde 2009 mas n o passa de uma maqueta digital O ministro da Sa de Paulo Macedo afasta a obra dos planos do Governo no futuro pr ximo Justifica a recusa por terem sido j investidos mais de 200 34 milh es de euros fora os or amentos anuais nos hospitais da pen nsula de Set bal Set bal Garcia de Orta e Barreiro Montijo Dinheiro que serviu para aumentos de capital redu es de passivo e regulariza o de d vidas S no Hospital Garcia de Orta foram investidos 120 milh es de euros justifica Joaquim Santos discorda e questiona Porque que este hospital onde se gastou 120 milh es de euros tem ainda as urg ncias num estado ca tico tem mortes nas urg ncias quando com 60 milh es de euros o custo do novo hospital se resolvia o problema Um hospital de proximidade A 25 de agosto de 2009 o gabinete de Ana Jorge ministra da Sa de no Governo de Jos S crates emitiu um comunicado anunciando o novo Hospital do Seixal a construir no Fogueteiro num terreno de 10 hectares cedido pela Direc o Geral do Tesouro e Finan as O Hospital do Seixal ser direcionado para um hospital de proximidade vocacionado para a presta o de cuidados em ambulat rio cujo perfil integra consultas externas diferenciadas de alta resolu o meios complementares de diagn stico e terap utica modernos unidade de cirurgia ambulat ria hospitaliza o de dia unidade de apoio domicili rio e unidade de medicina f sica e de reabilita o prometia se no papel Almada Seixal e Sesimbra seriam as reas servidas e o hospital funcionaria em estreita articula o com o Garcia
Ponto de encontro  Ningu  m morre    espera nas urg  ncias do Hospital do Seixal Por  Ricardo Vilhena Fotos  DR  Maria Vit...
ponto de vista Mariana Aiveca Resgatar a dignidade e a confian a de Orta Teria urg ncias vinte e quatro horas por dia A c mara do Seixal adianta que o concurso p blico para o projeto de execu o do Hospital foi lan ado em Janeiro de 2010 estando a administra o do Hospital Garcia de Orta na posse do relat rio final do j ri do concurso desde abril de 2011 A Aripa Arquitectos vencedora da audi ncia pr via do concurso exibe na sua p gina de Internet imagens da maquete O Governo de Pedro Passos Coelho entra em fun es em 2011 O Hospital do Seixal fica ent o suspenso e a ser avaliado no quadro dos compromissos internacionais assumidos pelo Estado portugu s Por outras palavras parado confer ncias e vig lias junto ao Hospital Garcia de Orta s o algumas das a es de protesto realizadas Em Dezembro repetiu se o Natal do Hospital do Seixal com a atua o de Toy Ant nio Manuel Ribeiro UHF Toc Rufar David Ventura e Diamantina Rodrigues Na internet corre uma peti o pela constru o do estabelecimento que leva j mais de meio milhar de assinaturas A C mara de Almada est solid ria com os protestos e quando sete chefes da equipa do servi o de urg ncia do hospital local se demitiram em bloco alertou para um conjunto de estudos designadamente o realizado pela Escola de Gest o do Porto em 2006 que apontam para a constru o do hospital do Seixal As autarquias prometem continuar a dar luta at que esta obra deixe de estar na sala de espera O distrito de Set bal portador de um patrim nio de muitas lutas e resist ncia onde mulheres e homens de corpo inteiro recusaram sempre a resigna o ousando sonhar o sonho da transforma o Poetas e cantores teceram a sua hist ria com os fios da liberdade e da democracia O sentido do futuro a constru o do presente a pulso a recusa que os de cima lhes roubem a dignidade e o direito felicidade foi sempre a luta das suas vidas Temos por isso a responsabilidade de nesta margem esquerda combater o conformismo e o sentimento de que s pode ser assim que se instala e se alimenta em consequ ncia do crescimento da pobreza imposta por Passos Coelho e Portas Recusar que tornem prec rias todas as gera es de hoje que mandem para o desemprego milhares de pessoas que roubem aos pensionistas uma vida inteira de trabalho e aos trabalhadores o seu sal rio a luta de todos os dias O desafio que lan o o da converg ncia de vontades do levantamento das vozes da mudan a de dire o do voto em defesa do que nosso por direito E n o h donos disto que verguem a vontade de um povo Os gregos foram est o sendo e ser o capazes de nos dar esse exemplo Por seu lado a c mara do Seixal temse mexido e muito Manifesta es e cantar as Janeiras porta do ministro em Lisboa 35
ponto de vista  Mariana Aiveca  Resgatar a dignidade e a confian  a.  de Orta. Teria urg  ncias vinte e quatro horas por d...
SANTIAGO CAC M SERVE 2500 SOPAS Entre 2400 e 2500 sopas foram servidas aos participantes do III Festival de Sopas em Santiago do Cac m Com estrada livre a degusta o de 4 sopas e p o custava 5 00 com direito a levar uma malga de barro como lembran a SINES AUTARQUIA DO SEIXAL COM NOVO SITE A imagem e a estrutura do site da C mara Municipal do Seixal foram alterados para simplificar conte dos e facilitar o acesso dos utilizadores informa o Outra das novidades a possibilidade da plataforma se adaptar a v rios dispositivos m veis SET BAL Ponto de encontro Set bal embelezada com um dos melhores murais do ano O mural de grandes dimens es Rapaz dos P ssaros que embeleza Set bal h um ano foi considerado um dos 24 melhores trabalhos deste tipo em 2014 A obra executada pelo street artist S rgio Odeith numa lateral do Audit rio Jos Afonso representa de forma art stica uma fotografia captada h 80 anos pelo fot grafo setubalense Am rico Ribeiro O mural quase todo a preto e branco com exce o das aves coloridas foi executado em t cnica mista de rolo e graffiti DISTRITO Jovens atletas brilham no corta mato do desporto escolar Milhares de jovens atletas correram no Parque Sant Iago em Set bal depois de ser dado o tiro de partida do Corta Mato Escolar da Pen nsula de Set bal 2015 A prova teve como madrinha a atleta ol mpica Na de Gomes e contou com a colabora o durante o seu desenvolvimento de atletas internacionais e campe es da regi o como C tia Pereira ou Edi Maia Trinta e seis alunos das escolas da Pen nsula de Set bal subiram ao p dio enquanto foram consagradas tamb m 11 equipas SINES ALC CER DO SAL ALC CER RECEBE EQUIPAMENTOS DE ANDEBOL O munic pio de Alc cer do Sal recebeu em fevereiro material desportivo que permite a pr tica de andebol pelas crian as e jovens do concelho Atrav s do projeto Andebol4Kids foram entregues bolas para a aprendizagem da modalidade e balizas com as medidas adequadas aos mais jovens 38 SINES Sines escolhida para a final four da Ta a de Portugal de Futsal O Pavilh o Multiusos de Sines vai acolher de 1 a 3 de maio as final four das Ta a de futsal masculino e feminino Decidiu se pela realiza o dos encontros decisivos das Ta as de Portugal de futsal numa moderna infraestrutura com capacidade para receber cerca de dois mil espetadores diz a Federa o Portuguesa de Futebol A C mara Municipal de Sines acredita que a competi o vai trazer benef cios muito relevantes para a economia e para a imagem de Sines e do Alentejo Litoral Surf em risco com expans o do porto de Sines Os surfistas da Praia de S o Torpes em Sines contestaram em meados de fevereiro uma poss vel extens o do terminal de contentores do Porto de Sines A interven o pode prejudicar as condi es naturais para a pr tica de surf e as caracter sticas daquela praia tal como aconteceu com a amplia o anterior
SANTIAGO CAC  M SERVE 2500 SOPAS Entre 2400 e 2500 sopas foram servidas aos participantes do III Festival de Sopas em Sant...
ponto vista Ponto dede encontro SANTIAGO CAC M Lagoa de Santo Andr aberta ao mar em mar o A Lagoa de Santo Andr no concelho de Santiago do Cac m aberta ao mar no dia 19 de mar o a partir das 15h30 O processo atualmente da responsabilidade da Ag ncia Portuguesa do Ambiente tem como objetivo a renova o da gua da lagoa bem como a limpeza e lavagem do seu fundo e a entrada de algumas esp cies pisc colas destacandose os alvins e as enguias A abertura da Lagoa de Santo Andr feita todos os anos por altura do equin cio da Primavera Almada inaugura novo teatro A C mara Municipal de Almada inaugurou recentemente um novo teatro O novo equipamento cultural instalado num edif cio totalmente requalificado pela autarquia onde antesfuncionou o mercado abastecedor de Almada a Oficina de Cultura e o Teatro Municipal de Almada presta homenagem ao ator Ant nio Assun o 1945 1998 que integrou a Companhia de Teatro de Almada durante duas d cadas ALMADA Fernando Negr o A nova informa o O espa o da imprensa fora do mbito nacional sempre se caracterizou pela leitura fiel de jornais locais que iam dando conta aos seus leitores do que se ia passando na sua cidade desde a ocorr ncia de um acidente at ao an ncio de uma importante decis o camar ria passando pelo conhecimento da realiza o de um espet culo com artista conhecido ou at a morte de um conterr neo Esta realidade que de h muito vem perdendo dimens o seja pela modifica o do sentimento de perten a ou pela crise da imprensa escrita tem vindo a ser objeto de procura de alternativa Hoje as televis es predominam A imagem esmaga a letra A velocidade da not cia transmitida pela televis o um enorme benef cio Por m a reflex o sobre o contexto da not cia a an lise das causas e das consequ ncias tende a perder se por aus ncia ou escassez de pensamento escrito Nesta dualidade assistimos a n vel local ao surgimento de uma TV o que nos d a garantia de que passaremos a estar mais e melhor informados e em simult neo temos a cria o de uma revista que nos dar a possibilidade da palavra e em consequ ncia a pluralidade do pensamento e da reflex o Este novo panorama sinal de capacidade de iniciativa e de modernidade constituir um benef cio para todos os cidad os de Set bal que assim beneficiar o de mais e melhor informa o e desta forma de mais instrumentos para poderem melhor intervir nos assuntos do lugar onde vivem e onde crescem os seus filhos 39
ponto vista Ponto dede encontro  SANTIAGO CAC  M  Lagoa de Santo Andr   aberta ao mar em mar  o A Lagoa de Santo Andr  , n...