11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos M DULO I COMUNICA O JUR DICA 1 CONCEITOS B SICOS A linguagem o meio que possibilita ao homem expressar seus sentimentos opini es trocar informa es transmitir conhecimento descortinar o mundo Uma mensagem seja ela constru da de forma verbal ou n o verbal a materialidade de um discurso que se constr i por diferentes fontes sob a influ ncia de diferentes mem rias na elabora o de um discurso que na verdade o efeito de sentidos que se instaura entre interlocutores A leitura um gesto de interpreta o que se d a partir da hist ria do sujeito que interpreta importante que se entenda que n o h como o sujeito interpretar qualquer coisa a menos que o fa a a partir da sua hist ria das mem rias das forma es imagin rias que o constitui o sujeito interlocutor independentemente do g nero discurso em que a leitura se realiza Contudo antes de passarmos a maiores detalhes quanto a texto discurso precisamos esclarecer quem s o os atores do nosso teatro que se chama COMUNICA O SUJEITO na perspectiva discursiva N O aquele que pratica a a o como estamos acostumados ver na velha sintaxe SUJEITO a voz que assume diferentes posi es LOCUTOR a aquele que somente redige o texto n o assume qualquer responsabilidade sobre os dados que ali ser o acrescentados Seu comprometimento seguir as normas exigidas pelo g nero do documento O LOCUTOR o sujeito que redige o documento O enunciador aquele que o preenche assumindo a voz que assume o lugar de aluno da institui o para a qual solicita o Hist rico Escolar enfatizando a sua legitimidade por interm dio dos documentos que menciona O ENUNCIADOR aquele que assume a voz do discurso que enuncia ou seja o sujeito identificado n o porque se identifica ou assina mas sim porque fala de um determinado lugar social que por sua vez est relacionado sua posi o que se legitima pela profiss o que exerce ou posi o de carreira ou cargo que ocupa Exemplo professor m dico advogado engenheiro farmac utico profiss o Exemplo juiz promotor de justi a defensor p blico delegado coordenador reitor presidente governador prefeito major brigadeiro almirante posi o de carreira ou cargo S o Paulo 05 de julho de 2016 Eu Maria L cia de Almeida Fernandes RG 19 768 985 5 CPF 659 577 956 00 venho pelo presente solicitar o Hist rico Escolar do curso de Direito referente ao per odo do 1 http online unip br imprimir imprimirconteudo 1 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos semestre de 2005 ao 1 semestre de 2016 por motivo de transfer ncia que por sua vez motivada por transfer ncia para o Rio de Janeiro a trabalho Sem mais subscrevo me mui Atenciosamente Maria L cia Al Fernandes Assinatura AN LISE O LOCUTOR apenas redigiu o formul rio que foi entregue ao solicitante n o tem sua identidade revelada e portanto n o assume nenhuma responsabilidade por qualquer coisa que o documento possa vir a conter O ENUNCIADOR medida que se identifica que menciona seus documentos o sujeito legitima seu direito para solicitar a documenta o que deseja Sua identifica o lhe permite enunciar como aluno do curso que por sua vez lhe confere o direito de obter o Hist rico Escolar O ENUNCIADOR aquele que assume a voz do discurso que enuncia ou seja o sujeito identificado n o porque se identifica ou assina mas sim porque fala de um determinado lugar social que por sua vez est relacionado sua posi o que se legitima pela profiss o que exerce ou posi o de carreira ou cargo que ocupa Exemplo professor m dico advogado engenheiro farmac utico profiss o Exemplo juiz promotor de justi a defensor p blico delegado coordenador reitor presidente governador prefeito major brigadeiro almirante posi o de carreira ou cargo S o Paulo 20 de julho de 2016 Eu Luiz Eduardo Alencar Magalh es de Figueiredo RG 38 139 456 8 CPF 936 793 624 56 filho de Maria Tereza de Alencar segurada dessa institui o de assist ncia m dico hospitalar venho pelo presente solicitar o cancelamento do conv nio de minha m e registro no 12 652 5 em virtude de seu falecimento conforme Certid o de bito anexa http online unip br imprimir imprimirconteudo 2 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos Sem mais subscrevo me mui Atenciosamente Luiz Eduardo de A M de Figueiredo Assinatura AN LISE O LOCUTOR apenas redigiu o formul rio que foi entregue ao solicitante n o tem sua identidade revelada e portanto n o assume nenhuma responsabilidade por qualquer coisa que o documento possa vir a conter O ENUNCIADOR media que se identifica que menciona seus documentos legitima seu direito para solicitar a documenta o que deseja O fato de o enunciador ser filho da segurada lhe garante o direito de fazer o cancelamento mediante a comprova o do motivo Vejamos agora o lugar do INTERLOCUTOR Na perspectiva discursiva n o usamos o termo receptor porque consideramos que o interlocutor tem fun o essencial na constru o do discurso por interm dio das forma es imagin rias constitutivas do sujeito que enuncia o discurso que se instaura como se o interlocutor estivesse presente no momento da produ o do texto e pudesse fazer perguntas ao sujeito de modo que estes pudessem responder s suas perguntas ainda no texto Seja o texto escrito ou oral o interlocutor exerce um papel fundamental no sujeito enunciador Mas o que s o as FORMA ES IMAGN RIAS Todo sujeito constitu do por v rios tipos de mem rias que determinam a interpreta o do outro e de si mesmo quando se disp e a traduzir o seu pensamento MEM RIA COLETIVA mem ria ancestral da humanidade Nela est registrado todo o passado da humanidade que acaba por constituir todos os homens Essa mem ria n o dispon vel ao homem n o lhe dada a condi o de saber de que modo as imagens se misturam e acabam por nortear seu dizer e seu gesto de interpreta o Exemplo In dubio pro reo na d vida seja favor vel ao r u Quando se trata do Tribunal do J ri essa m xima vigora An lise Na verdade a culpa que assola a humanidade se funda na mem ria judaico crist que carrega a culpa pela morte de Jesus Cristo Ainda que n o algu m n o acredite que Jesus Cristo fosse filho de Deus n o h d vidas de que http online unip br imprimir imprimirconteudo 3 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos sob o julgo de Pilatos um homem foi condenado sem provas sem defesa e sem crime prega o em uma estaca de tortura a mais cruel poss vel Todos temos como fator determinante que n o podemos condenar sem provas portanto quando tivermos negativa de autoria os jurados se sentem inclinados a absolver MEM RIA DISCURSIVA a mem ria lingu stica que se acumula desde a concep o e que se alonga por toda vida da pessoa Nela temos registros de falas regras aprendizado narrativas que fazem e d o sentido ao que interpretamos Mas todos os registros que se acumulam funcionam nos limites de nossa condi o de produzir e interpretar o sentido MEM RIA HIST RICA a mem ria dos fatos vividos daqueles que nos chegam a partir de vers es de diferentes narrativas ou dos fatos que marcaram a hist ria que nos chegam pelos livros de Hist ria e pelas aulas que nos exp em a fatos que ficam registrados e marcam um sitio de sentido influenciando tamb m em nossa condi o de lidar com o sentido Quando interpretamos atravessamos o texto seja ele oral ou escrito com a nossa hist ria que por sua vez constitu da por toda nossa hist ria nossos valores com o imagin rio com a mem ria e o inconsciente que nos constituem Somente faz sentido o que na realidade j tem um sentido em nossas vidas O sentido nos chega e ganha um universo de possibilidades Quando um jurado sorteado para constituir o Conselho de Senten a de um J ri ele sabe que ter de julgar pelas provas que n o dever se deixar levar pelas emo es pelas impress es pelo sentimentalismo Sabemos que devemos ser imparciais Contudo sempre haver uma s rie de fatores exercendo for a centr fuga sobre a nossa condi o de dar sentido ao que nos chega 1 FUN ES DA LINGUAGEM AS FUN ES DA LINGUAGEM S O SEIS 1 Fun o referencial ou denotativa 2 Fun o emotiva ou expressiva 3 Fun o f tica 4 Fun o conativa ou apelativa 5 Fun o metalingu stica 6 Fun o po tica FUN O REFERENCIAL OU DENOTATIVA Certamente a mais comum e mais usada no dia a dia A fun o referencial ou informativa tamb m chamada denotativa ou cognitiva privilegia o contexto Ela evidencia o assunto o objeto os fatos os ju zos http online unip br imprimir imprimirconteudo 4 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos O referente o contexto o assunto o objeto ou situa o de que a mensagem trata A fun o referencial privilegia justamente o referente da mensagem buscando transmitir informa es objetivas sobre ele Exemplo Textos jornal sticos cient ficos e did ticos s o exemplos t picos Linguagem das reda es escolares principalmente das disserta es das narra es n o fict cias e das descri es objetivas Caracteriza tamb m o discurso cient fico o jornal stico e a correspond ncia comercial FUN O CONATIVA OU DE APELO A fun o conativa aquela que busca mobilizar a aten o do receptor produzindo um apelo ou uma ordem Pode ser volitiva revelando assim uma vontade Exemplo Fa a o favor de sentar se e abrir o livro na p gina 25 Pode ser imperativa que a caracter stica fundamental da propaganda Encontra no vocativo e no imperativo sua express o gramatical mais aut ntica Exemplos Beba Coca Cola a Linguagem N o Verbal Qualquer c digo que N O utiliza palavras b Linguagem Verbal C digo que utiliza a palavra oral ou escrita OS ELEMENTOS DA COMUNICA O Este processo pode se realizar de v rias maneiras representaremos por dois c rculos os repert rios de signos do emissor e do receptor a Temos o sujeito que aquele que emite a mensagem pode ser um indiv duo ou um grupo firma organismo de difus o etc b O interlocutor aquele que recebe a mensagem pode ser um indiv duo um grupo ou mesmo um animal ou uma m quina computador c A mensagem o objeto da comunica o ela constitu da pelo conte do das informa es transmitidas d O canal de comunica o a via de circula o das mensagens Ele pode ser definido de maneira geral pelos meios t cnicos aos quais o destinador tem acesso a fim de assegurar o encaminhamento de sua mensagem para o destinat rio Meios sonoros voz ondas sonoras ouvido Meios visuais excita o luminosa percep o da retina e O c digo um conjunto de signos e regras de combina o destes signos o sujeito lan a m o dele para elaborar sua mensagem esta a opera o de codifica o O destinat rio identificar este sistema de signos opera o de decodifica o se seu repert rio for comum ao do emissor for comum ao do emissor http online unip br imprimir imprimirconteudo 5 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos FUN O EMOTIVA OU EXPRESSIVA Esta fun o ocorre quando a mensagem centra se nas opini es sentimentos e emo es do emissor sendo um texto completamente subjetivo e pessoal A ideia de destaque do sujeito d se pelo emprego da 1 pessoa do singular tanto das formas verbais quanto dos pronomes comum a presen a de interjei es retic ncias e pontos de exclama o Exemplo Tenham seus cora es e consci ncia nas m os de Deus e pe am a Ele que lhes d o necess rio discernimento para que possam chegar ao melhor veredicto FUN O PO TICA aquela que se centra sobre a pr pria mensagem Tudo o que numa mensagem suplementa o sentimento da mensagem atrav s do jogo de sua estrutura de sua tonalidade de seu ritmo de sua sonoridade Essa fun o capaz de despertar no leitor o prazer est tico e surpresa explorado na poesia e em textos publicit rios Exemplo o poema Soneto de Fidelidade de Carlos Drummond de Andrade FUN O METALINGU STICA Caracterizada pela preocupa o com o c digo Pode ser definida como a linguagem que fala da pr pria linguagem ou seja descreve o ato de falar ou escrever Programas de TV que falam sobre a pr pria TV ou programas de TV que falam sobre a pr pria m dia Pe as de teatro que falam sobre o teatro Exemplos V deo Show observat rio da imprensa A linguagem o c digo torna se objeto de an lise do pr prio texto Os dicion rios e as gram ticas s o reposit rios de metalinguagem FUN O F TICA Essa fun o ocorre quando o canal o foco na constru o do texto Sua finalidade estabelecer prolongar ou interromper a comunica o de seu objeto ou relatar o pavor S o exemplos t picos os in cios das conversas como os cumprimentos di rios quando ainda n o existe um assunto em foco Exemplos Sem d vida entende Tudo certo 1 L NGUA E FALA L ngua e fala s o fen menos distintos A l ngua jamais ser conhecida na sua totalidade mesmo que seja por falantes nativos A fala plenamente vari vel A fala mant m significativa depend ncia da situa o de sua realiza o http online unip br imprimir imprimirconteudo 6 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos A linguagem n o nica n o alheia realidade e ao mundo influenciada pelos meios sociais e culturais e estes por sua vez tamb m s o influenciados por ela O homem o principal agente que participa desse processo criando recursos que auxiliam ou aperfei oam a produ o da linguagem com o objetivo de melhorar a comunica o cujo maior recurso a palavra De acordo com os Par metros Curriculares Nacionais n o h linguagem no vazio seu grande objetivo a intera o a comunica o com outro dentro de um espa o social TEXTO ORAL E ESCRITO A escrita apareceu em est gios mais avan ados da civiliza o mas ainda existem l nguas grafas sem escrita A escrita apenas uma tentativa imperfeita de reprodu o gr fica dos sons da l ngua CARACTER STICAS DA LINGUAGEM ORAL Entoa o timbre altura nfase pausas velocidade da enuncia o e muitas outras imposs veis de serem representadas graficamente Tais caracter sticas s o precariamente reproduzidas pelos sinais de pontua o Exclama o interroga o reticencias h fen par nteses travess o etc pelo emprego de mai scula de negrito it lico ou de sublinhas Na linguagem familiar em situa es informais as preocupa es com a clareza e a corre o v o se tornando menos evidentes A l ngua falada pressup e contato direto com o sujeito o que a torna mais concreta mais espont nea n o apresentando grande preocupa o gramatical do ponto de vista normativo N o h grande preocupa o com as regras gramaticais de concord ncia reg ncia e coloca o nem com a clareza das constru es sint ticas O vocabul rio da l ngua falada mais restrito mas est em constante renova o A l ngua falada conta com recursos extralingu sticos contextuais tais como gestos express es faciais postura que muitas vezes completam ou esclarecem o sentido da comunica o A presen a do interlocutor permite que a l ngua falada seja mais alusiva enquanto a escrita menos econ mica mais precisa A l ngua escrita mantem contato indireto entre quem escreve e quem l o que a torna mais abstrata mais refletida exige grande esfor o de elabora o e obedi ncia s regras gramaticais Seu vocabul rio mais apurado e por natureza mais conservadora http online unip br imprimir imprimirconteudo 7 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos Do ponto de vista gramatical as duas linguagens escrita e falada apresentam caracter sticas especificas cientificamente comprovadas De maneira geral as principais constru es gramaticais s o observadas no uso da l ngua escrita Empregos de pronomes relativos Escrita Frases feitas chav es Oral Variedade na constru o das frases Escrita Anacolutos rupturas de constru o Oral Sintaxe bem elaborada Escrita Repeti o de palavras Oral Vocabul rio rico e variado emprego de sin nimos Escrita Emprego de g ria e neologismos Oral Emprego de termos t cnicos Escrita Maior uso de onomatopeias Oral Frases inacabadas Oral Frases bem constru das Escrita Formas contra das omiss o de termos no interior das frases Oral Clareza na reda o sem omiss es e ambiguidades Escrita Voc bulos eruditos substantivos abstratos Escrita Coloca o pronominal livre Oral Coloca o pronominal de acordo com a gramatica Escrita Supress o dos relativos cujo por exemplo Oral 1 N VEIS DE LINGUAGEM Com a fam lia e os amigos usamos uma linguagem mais descontra da ou seja uma linguagem informal Com superiores hier rquicos usamos uma linguagem mais cuidada ou seja uma linguagem formal Assim podemos concluir que diferentes contextos sociais e comunicativos exigem diferentes linguagens essencial que o falante saiba ajustar o seu discurso aos diferentes contextos comunicativos principalmente para garantir uma adequa o lingu stica em contextos profissionais e acad micos Os n veis de linguagem formal e informal s o determinados pelos lugares de enuncia o e pelo lugar social dos nossos interlocutores Quando nos encontramos em um lugar de enuncia o informal n o necessariamente podemos usar a linguagem informal com todas as pessoas O http online unip br imprimir imprimirconteudo 8 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos lugar n o supera a formalidade das rela es pessoais Por exemplo Estamos em uma festa de anivers rio de uma crian a O ambiente todo informal mas encontramos uma pessoas com a qual n o guardamos qualquer intimidade Que n vel de linguagem impera quanto o lugar de enuncia o informal mas a rela o entre sujeito e interlocutor formal Apesar da informalidade do ambiente N o devemos adotar intimidade pela informalidade da linguagem Que n vel de linguagem impera quanto o lugar de enuncia o formal mas a rela o entre sujeito e interlocutor informal Se estivermos em um lugar de enuncia o formal devemos adotar um n vel de linguagem formal mesmo com pessoas com as quais guardamos maior intimidade LINGUAGEM FORMAL A linguagem formal pode ser nomeada tamb m de registro formal usada quando n o h familiaridade entre os interlocutores da comunica o ou em situa es que requerem uma maior seriedade CARACTER STICAS DA LINGUAGEM FORMAL Utiliza o rigorosa das normas gramaticais norma culta Pron ncia clara e correta das palavras Utiliza o de vocabul rio rico e diversificado Registro de prestigiado complexo e erudito Ora es mais encadeadas por subordina o Aus ncia de neologismos g rias palavr es Aus ncia de ora es inacabadas SITUA ES DE USO DA LINGUAGEM FORMAL Em discursos p blicos ou pol ticos Em salas de aula confer ncias palestras semin rios Em exames e concursos p blicos Em reuni es de trabalho e entrevista de emprego Em documentos oficiais cartas requerimento Em audi ncias plen ria do Tribunal do J ri Tribunais P BLICO ALVO DA LINGUAGEM FORMAL Superiores hier rquicos http online unip br imprimir imprimirconteudo 9 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos Autoridades religiosas oficiais pol ticas P blico alargado P blico desconhecido LINGUAGEM INFORMAL A linguagem informal pode ser nomeada tamb m de registro informal usada quando h familiaridade entre os interlocutores da comunica o ou em situa es descontra das CARACTER STICAS DA LINGUAGEM INFORMAL Despreocupa o relativamente ao uso de normas gramaticais Utiliza o de vocabul rio simples express es populares e coloquialismos Utiliza o de g rias palavr es neologismos onomatopeias gestos Uso de palavras abreviadas ou contra das c pra t Sujeita a varia es regionais culturais e sociais Registro espont neo e pouco prestigiado por vezes incorreto e desleixado SITUA ES DE USO DA LINGUAGEM INFORMAL Conversas cotidianas Mensagens de celular Chat na Internet Whatzap Bilhetes Recados Cart es celebrativos P BLICO ALVO DA LINGUAGEM INFORMAL Familiares Amigos Parceiros amorosos http online unip br imprimir imprimirconteudo 10 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos Exerc cio 1 Exerc cio 1 Analise os enunciados que seguem e indique aquele que n o se coaduna com o que se entende como linguagem I A linguagem o mecanismo que possibilita ao homem expressar seus sentimentos opini es trocar informa es transmitir conhecimento descortinar o mundo II Uma mensagem seja ela constru da de forma verbal ou n o verbal a materialidade de um discurso que se constr i por diferentes fontes sob a influ ncia de diferentes mem rias na elabora o de um discurso que na verdade o efeito de sentidos que se instaura entre interlocutores III A leitura um gesto de interpreta o que se d independentemente da hist ria do sujeito que interpreta importante que se entenda que n o h como o sujeito interpretar qualquer coisa a partir da sua hist ria das mem rias das forma es imagin rias que o constitui o sujeito interlocutor independentemente do g nero discurso em que a leitura se realiza IV Contudo antes de passarmos a maiores detalhes quanto a texto discurso precisamos esclarecer quem s o os atores do nosso teatro que se chama comunica o A a Apenas a I B b Apenas a I e a II C c Apenas a III D d Apenas a II e a III E e Apenas a III e a IV Coment rios http online unip br imprimir imprimirconteudo 11 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos Essa disciplina n o ED ou voc n o o fez coment rios Exerc cio 2 Exerc cio 2 Indique a alternativa que apresentar os conceitos adequados sobre sujeito quando este assume a voz do locutor I O locutor n o assume qualquer responsabilidade sobre os dados colocados no texto seu comprometimento seguir as normas exigidas pelo g nero do documento A responsabilidade de quem assina II O locutor o sujeito que redige o documento e assume a responsabilidade sobre o que enunciado ainda que seja o enunciador que assina o documento III O locutor aquele que assume a voz do discurso que enuncia porque se identifica com o enunciador que assina o texto Logo assume a responsabilidade pelo conte do veiculado pelo texto IV O locutor aquele que n o assume a voz do discurso que enuncia porque n o se identifica com o enunciador que assina o texto necessariamente Logo assume a responsabilidade pelo conte do veiculado pelo texto A a Apenas a I B b Apenas a I e a II C c Apenas a III D d Apenas a I e a IV E e Apenas a II e a IV Coment rios Essa disciplina n o ED ou voc n o o fez coment rios Exerc cio 3 Exerc cio 3 Indique a alternativa que apresentar os conceitos adequados sobre sujeito quando este assume a posi o de enunciador I O enunciador aquele que ao identificar se assume a responsabilidade pela enuncia o em fun o do lugar social que ocupa e que o legitima II O enunciador aquele que n o assume a responsabilidade pelo discurso que enuncia apesar de se identificar e falar de um determinado lugar social e de ter legitimidade para ocupar esse lugar III O enunciador medida que se identifica legitima seu direito ainda que n o assuma a responsabilidade pelo discurso que enuncia ainda que tenha legitimidade para enunciar desse lugar IV O enunciador aquele que assume a responsabilidade pelo discurso que enuncia ou seja identifica se na pr pria enuncia o porque fala de um determinado lugar social que por sua vez est relacionado sua legitimidade A a Apenas a I B b Apenas a I e a II http online unip br imprimir imprimirconteudo 12 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos C c Apenas a III D d Apenas a I e a IV E e Apenas a II e a IV Coment rios Essa disciplina n o ED ou voc n o o fez coment rios Exerc cio 4 Exerc cio 4 Assinale a alternativa que apresenta as caracter sticas da l ngua falada I A l ngua falada pressup e contato direto entre sujeito e interlocutores em situa es informais Det m recursos importantes como entoa o timbre altura nfase pausas velocidade da enuncia o imposs veis de serem representadas graficamente II A l ngua falada mais espont nea n o apresentando grande preocupa o gramatical do ponto de vista normativo N o h grande preocupa o com as regras gramaticais de concord ncia reg ncia e coloca o nem com a clareza das constru es sint ticas III A l ngua falada conta vocabul rio mais restrito mas est em constante renova o Conta com recursos extralingu sticos contextuais tais como gestos express es faciais postura que muitas vezes completam ou esclarecem o sentido da comunica o IV Recursos extralingu sticos precariamente buscam reproduzir tra os pr prios e peculiares da l ngua falada por sinais de pontua o exclama o interroga o reticencias h fen par nteses travess o pelo emprego de mai scula de negrito it lico ou de sublinhas A a Apenas a I B b Apenas a I e a II C c Apenas a III D d Apenas a I e a IV E e Todas s o corretas Coment rios Essa disciplina n o ED ou voc n o o fez coment rios Exerc cio 5 Exerc cios 5 Assinale a alternativa que corresponde s caracter sticas da linguagem informal I A linguagem informal pode ser nomeada tamb m de registro informal usada quando h familiaridade entre os interlocutores da comunica o ou em situa es descontra das II Apresenta despreocupa o relativa rela o ao uso de normas gramaticais Serve se de vocabul rio simples express es populares e coloquialismos Apresenta o uso de g rias palavr es neologismos onomatopeias gestos http online unip br imprimir imprimirconteudo 13 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos III Temos situa es pr prias de uso da linguagem informal conversas cotidianas mensagens de celular chat na internet whatzap bilhetes recados cart es comemorativos situa es que imitam a realidade filmes novelas pe as teatrais V A linguagem informal se realiza tamb m a partir do uso de palavras abreviadas ou contra das c pra t A linguagem informal se sujeita a varia es regionais culturais e sociais Apresenta registro espont neo e pouco prestigiado por vezes incorreto e desleixado Realiza se entre familiares amigos parceiros amorosos A a Apenas a I e II B b Apenas a II e a III C c Apenas a III e IV D d Todas s o corretas E e Todas s o incorretas Coment rios Essa disciplina n o ED ou voc n o o fez coment rios Exerc cio 6 Exerc cio 6 Quanto aos n veis formal e informal de linguagem podemos dizer que I Os n veis de linguagem formal e informal s o determinados pelos lugares de enuncia o e pelo lugar social dos interlocutores Diferentes contextos sociais e comunicativos exigem diferentes linguagens essencial que o falante saiba ajustar o seu discurso aos diferentes contextos comunicativos II Quando nos encontramos em um lugar de enuncia o informal n o necessariamente podemos usar a linguagem informal com todas as pessoas O lugar de enuncia o n o supera a formalidade das rela es pessoais a ponto de permitir o uso de informalidade entre elas Logo o n vel de linguagem informal n o se sobrep e rela o de formalidade entre as pessoas III O lugar de enuncia o informal permite modaliza o da linguagem formal que regula rela es pessoais por fazer com eu prevale a a linguagem predominante no caso a informal Podemos adotar intimidade nas ela es pessoais em fun o de estarmos e um contexto informal IV Se estivermos em um lugar de enuncia o formal devemos adotar um n vel de linguagem formal mesmo com pessoas com as quais guardamos maior intimidade A a Apenas a I B b Apenas a I e a II C c Apenas a III D d Apenas a I e a IV E e Todas s o corretas Coment rios http online unip br imprimir imprimirconteudo 14 15
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11 03 2017 UNIP Universidade Paulista DisciplinaOnline Sistemas de conte do online para Alunos Essa disciplina n o ED ou voc n o o fez coment rios http online unip br imprimir imprimirconteudo 15 15
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